quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Nenhuma Condenação há!

Não há nenhuma condenação divina quanto aos nosso pecados, pois estamos em Cristo.
Somos livres da condenação.
Assim, lançamos o desafio:

Toca primeiro em meu bendito Salvador,
Afasta-o do divino favor;
Prova que há em Cristo um pecado sequer,
E, só então, poderás me dizer:
"´És impuro".


W.N.Tomkinns

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A arma mais poderosa do Diabo

Talvez a arma mais  poderosa de satanás na sua guerra contra a Igreja seja exatamente o erro religioso (Efésios 6:10-20). Talvez não haja uma arma mais eficaz do que esta: difundir o erro de tal forma que as pessoas fiquem confusas e, assim, a verdade do Evangelho e o progresso da Igreja seja obstaculado.
O apóstolo João nos diz no livro de Apocalipse 12:9, na  sua visão, que viu na ilha de Patmos uns espíritos que ele classifica como espíritos enganadores: "E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e satanás, o sedutor de todo o mundo...". E ainda no capítulo 13:11-15 ele diz que viu outra besta emergir da terra, descreve esta besta e diz no versículo 12 que ela exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. No versículo 13 diz que ela opera grandes sinais que faz com que os que habitam na terra façam imagens à besta, aquela que foi ferida a espada e sobreviveu. Então, João quando está narrando o conflito do diabo com a Igreja, ele menciona esta capacidade e este poder do diabo em produzir sinais, prodígios e ensinos de mentira com o propósito de desviar a Igreja da presença de Deus ou da verdade de Deus. Por isso, precisamos estar alerta.
Embora estejamos gratos porque o trabalho tem despertado pessoas para o conflito em que elas se encontram, por outro lado observamos uma fraqueza nas igrejas em identificar a obra maligna nas questões como doença, problemas físicos e ocasionais, e esquecem que a maior arma do diabo, que sua maior estratégia é exatamente o erro religioso; a difusão da mentira e que contra isso não existe uma solução fácil como amarrar esse ou aquele demônio de mentira. Não existe uma solução fácil de determinar que o demônio pare com isso. A única solução é que a Igreja se vista da verdade, a Palavra de Deus, a Bíblia.
Veja que esta é a primeira peça que Paulo nomeia na armadura - a verdade. Isto é muito importante! Ele começa exatamente com a “verdade”, pois só quando a Igreja professa e crê na “verdade” é que ela tem condições de resistir ao erro religioso. Ela pode "amarrar" quantos demônios queira e possa, determinar e declarar a queda de quantas fortalezas existam, pode fazer tudo isso, mas se ela não se revestir da VERDADE da Escritura, de nada valerão estas declarações.
Em Romanos 10:13-15, Paulo pergunta: "...como ouvirão, se não há quem pregue?". Ele começa dizendo como serão salvos se não podem clamar àquele de quem ouviram? Ali, Paulo está dizendo que a salvação, em termos práticos, em termos do seu efeito, depende da pregação. A isso acrescentamos, com base em outras passagens da Escritura, que quando Satanás não pode impedir que o Evangelho seja anunciado, sem dúvida nenhuma, ele vai tentar deturpar a mensagem do evangelho porque no fim o efeito será o mesmo. As pessoas não ouvirão a pura verdade de Deus mas uma mentira e ficarão confusos. O resultado é que não vão querer ouvir mais nada. Isso o diabo tentará fazer.

Coligido do trabalho do Pr. Augustus Nicodemus Lopes

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

De quem é a responsabilidade pelo erro coletivo entre os que confessam Jesus Cristo?

É claro que o povo é responsável também, mas, na Bíblia, a maior responsabilidade é de quem não é povo, como o rei, o sacerdote ou o falso profeta…
Na Bíblia os verdadeiros profetas não poupam o povo, mas o tratam como um menino tolo e enganável…
Oséias diz que assim como é o povo é o profeta, e assim como é o profeta é o povo…
No entanto, é o profeta que diz: “Eu tenho a Palavra do Senhor!…” — o povo apenas diz: “Conta-nos então…”; e, frequentemente, ouve sem saber discernir a mão direita da esquerda…
Por isto o povo sofre… Sim, em razão de seus profetas vendidos, sacerdotes gordos de conforto e reis corruptos e luxurientos…
Nos evangelhos vemos o amor e a compaixão de Jesus pela gente do povo, chamando-os de ovelhas sem pastor…
Assim Ele diz que quem sabia pouco e errou conforme o que sabia, esse levará “poucos açoites”, mas o que sabia muito e não curou os seus próprios caminhos, antes deliberadamente continuou em seu erro, esse levará “muitos açoites”…
As piores advertências do Novo Testamento são feitas a quem diz que sabe…, a quem diz que vê…, a quem diz que conhece e propõe que outros façam conforme ele diz saber…
As únicas vezes que Paulo menciona nomes negativamente nas suas cartas, todas elas têm a ver com aqueles que diziam que sabiam, mas ensinavam o erro…
O mesmo se pode dizer de Pedro. Suas duas cartas lidam com os que diziam que sabiam e ensinavam errado…
Judas, o irmão do Senhor, também dedica a sua cartinha aos que diziam que sabiam e ensinavam, e, por isto, corrompiam o povo pelo engano de seus ensinamentos…
As duas últimas cartas de João se referem também aos que impediam o povo de ter acesso ao que era bom e verdadeiro…
Por último, à exceção da Carta à Igreja em Filadélfia, todas as cartas às Igrejas do Apocalipse, são textos de advertência ao “anjo”, ao mensageiro; e, além dele, aos que no grupo diziam que sabiam, e, portanto, ensinavam errado e corrompiam…
Tiago diz:
“Não nos esqueçamos irmãos que aqueles que dizem que são mestres, esses receberem muito maior juízo!”
O que pode qualificar então alguém para anunciar o que sabe?
Primeiro: saiba apenas o que está revelado… Todos os problemas acima mencionados com Paulo, Pedro, Judas, Tiago, João e outros, sempre se vincularam ao que os “mestres traziam como novidades”…
Segundo: ensine somente aquilo que você sabe que Jesus ensinou e que os apóstolos ensinaram; portanto, não invente…
Terceiro: veja quais são as implicações de suas opiniões em relação ao que já esteja revelado… Não tenha opinião que se choque com a revelação, nem ao menos de resvalo…
Quarto: creia que você se torna responsável pela mentira, pelo engano, pelo distorcimento, pela perda de rumo que seu ensino sugerir…
Quinto: saiba que sua falta de fé não deve ser sua mensagem, pois, por ela você será cobrado…
Sexto: por mais cheio de conhecimento que você seja…, ainda assim não pregue se você apenas souber sem fé… Não anuncie nada sem fé… Nem mesmo um grande conhecimento!…
Sétimo: saiba que aquele que ensina fabrica idéias e pensamentos… Portanto, veja o que você semeia na mente das pessoas… No fim você será cobrado por todas as sementes hibridas que plantou ou por todas as sementes que você anunciou como sendo de uma qualidade… , quando, de fato, eram de outra…
Leva tempo até que a Palavra seja decantada em nós…
Por isto se diz que o “neófito”, ou “recém”, o “novinho”, “o jovem imaturo”, ou o “homem empolgado”…, não devem sair pregando; antes, precisam dar tempo ao tempo, e ver que qualidade de fruto será produzido em sua própria existência…
E mais:
Se em sua casa, com os seus, você não frutifica o Evangelho, por que haveria você se pregar a outros… se você não faz o Evangelho mostrado em silencio pela sua própria vida?…
A seara é grande e os trabalhadores são poucos… Mas Jesus não mandou treinar e nem recrutar…
Não! Ele disse que se deveria pedir ao Senhor da seara para que Ele mesmo mandasse trabalhadores para a Sua seara!
Assim, melhor do que uma multidão de pastores que não sabem discernir entre a mãe direita e a esquerda… — é se ter apenas uns poucos pastores maduros, mas que façam tudo com amor e certeza em fé.
Não se apresse em levantar-se para pregar!…
Deixe que a Palavra levante você!
Quanto ao mais, apenas compartilhe o que seja o amor de Deus em você, mas não se apresse em ensinar…
Pense nisso!…

Nele,

Caio Fábio

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Se um pedaço de ferro pudesse falar, o que diria?

Ele diria: “ Sou escuro, eu sou frio, e sou duro”. Verdade!
Agora coloque esse pedaço de ferro no fogo e espere um pouco, até que o fogo tenha demonstrado seu poder. O que ele diria agora? A escuridão se foi, o frio se,a dureza se foi, o ferro passou por uma transformação. Mas  se esse pedaço de ferro pudesse falar, com certeza não iria louvar a si mesmo, uma vez que ferro e fogo são duas coisas bem distintas. Se ele pudesse se gloriar, iria se gloriar do fogo, que o transformou em um material bem diferente. Assim, em mim mesmo sou escuro, frio e duro; mas quando o Senhor toma posse minha alma, quando seu Espírito penetra em meu coração e fico repleto do seu amor, então vai embora tudo que é tenebroso, toda dureza e toda frieza, e mesmo assim  a honra não cabe a mim, mas ao Senhor que fez a obra. (Gl 5.22,26)

C.H.Spurgeon    

Nos rebaixamos ao ponto de adorar o dinheiro!

Como podemos entender de vez o vazio do materialismo?
Fazendo uma excursão ao ferro-velho ou a um lixão. Isso, aliás, pode tornar-se um verdadeiro evento familiar. (As filas são menores que nos parques de diversões, a entrada e franca e as crianças vão adorar!) Mostre-lhes todas as montanhas de “preciosidades” que um dia foram presentes de natal ou de aniversário. Mostre coisas que custaram centenas ou milhares de reais, coisas pelas quais os homens e as crianças brigaram, coisas que destruíram amizades, coisas pelas quais feriram e até tiraram a vida, coisas que sacrificaram a honestidade e arruinaram casamentos. Mostre a eles a miscelânea de braços e pernas e restos de bonecas, robôs enferrujados e aparelhos elétricos jogados fora depois de uma breve vida útil. Mostre a eles carros contorcidos, pelos quais vidas se sacrificaram. Mostre-lhes que a maioria das coisas que uma família possui, cedo ou tarde, acabará num lixão igual a esse.
Na 2 Pedro 3. 10,14 está escrito que tudo se queimará no fogo.
Depois do passeio faça a seguinte pergunta: “Se tudo o que possuímos acaba jogado aqui, inútil e estragado, o que podemos adquirir que permaneça por toda a eternidade?”
Em tudo “busque primeiro o reino de Deus...”

Coligido de Randy Alcorn

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Infelizmente

Infelizmente, o Evangelho de Cristo já não representa o “poder de Deus para salvação de todo aquele que crê”.  Agora ele é apresentado como o poder do crente para a obtenção de tudo aquilo que quer.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A verdade nem sempre trás felicidade, trás lucidez.

Longe de mim querer afrontar a fé de alguém; quero apenas levar o confronto entre a falsidade e a verdade.
Há uma infinidade de “nossas senhoras”.
“Nossa senhora” do Rosário, “nossa senhora” das Dores, “nossa senhora” do Parto, de Nazaré, do Brasil, da Cabeça, da Purificação, da Paz, da Aparecida, de Fátima, das Graças, do Amparo, dos Remédios, dos Homens Pretos, da Saúde, do Rádio, da Televisão, da Boa Morte, do Loreto, do Pintassilgo... Um nunca acabar de tantas “nossas senhoras”...
E cada nome de “nossa senhora”! Em Baependi, Estado de Minas Gerais, encontrei uma “Nossa Senhora da Conceição Nha Chica”. É isso aí! “NHA CHICA”!!! Chegue-se junto de um sacerdote católico romano e pergunte-se-lhe se cada “nossa senhora” é uma santa diferente.
Ele vai explicar: Não! Todos esses títulos pertencem a uma pessoa só. A Maria, Mãe de Jesus. Uma quantidade enorme de invocações para uma pessoa só. Ou o título por causa de um fato na vida dela, como “nossa senhora” da Purificação, ou como devoção própria para uma determinada circunstância, como o de” Boa Viagem” para que ela nos valha em nossas viagens. E também muitos títulos são dados segundo o lugar em que ela apareceu. Assim Fátima porque apareceu no lugar chamado por esse nome; Lourdes, da mesma forma, por causa de Lourdes, o lugar onde apareceu lá na França.
Agora, vejam as imagens e as estampas de cada uma “nossa senhora”. São todas diferentes entre si.
Você tem sua fisionomia característica. Própria. O cabelo castanho ou louro, o nariz afilado ou achatado. Os olhos azuis ou pretos. O rosto oval ou arredondado. Pele clara, negra ou morena.
Se o leitor estiver trabalhando numa fábrica, na lavoura, se estiver na escola ou num consultório médico, se estiver a atravessar uma rua muito movimentada ou socorrendo uma vítima de acidente... sempre, em todas as circunstâncias ou situações, será distinguido pela sua fisionomia própria.
Se sair da cidade e for para outro lugar bem distante e encontrar-se com algum amigo, este o reconhecerá de imediato, pois para onde se vá sempre se levam os traços fisionômicos. Não é porque se vai para a África que nossa pele se escurecerá. E nem porque vai para a Alemanha que ela se tornará esbranquiçada. Se fôssemos ao Japão os nossos olhos conservariam o seu feito.
Ora, a senhora de Guadalupe parece-se com uma mexicana, pois lá ela “apareceu”. A senhora de Lujan, por haver “aparecido” na Argentina assemelha-se a uma argentina. A de Fátima, uma portuguesa, porque em Portugal se encontra Fátima. A de Lourdes, a uma francesa, porque na França esta Lourdes. Aparecida é bem escura. A padroeira do Japão, a senhora estrela da Manhã que está na catedral em Tóquio, tem os olhos rasgados como uma japonesa.
Uma é escura. Outra morena. Outra bem clara. Outra cor-de-jambo.  Outra loura. Outra de olhos castanhos. Outra de olhos azuis e outra de olhos esverdeados. Outra de nariz afilado. Outra de nariz chato. Outra de cabelos castanhos. Outra de cabelos louros (será que ela costuma tingi-los?). Outra de rosto comprido. Outra de rosto oval...
Se fosse uma só pessoa, deveria conservar os mesmos traços fisionômicos e as próprias características.
Se em cada lugar que ela aparece apresenta-se com traços e características diferentes, já se concluiu, não se trata da mesma pessoa. A menos que, para aparecer em cada lugar, ela se submeta a uma cirurgia plástica total que lhe remodele tudo, inclusive a estatura e a estrutura óssea.
Nós cristãos temos enorme respeito pela bendita mãe de Jesus e repelimos também este ultraje e este ridículo da infinidade de “nossas senhoras”.
Em parte alguma das Escrituras encontra-se base para a “explicação” do sacerdote romanista. E o bom senso rejeita o embuste impingido à massa ignara pelo clero ganancioso e insaciável na sua fome de riquezas – “auri sacra fames” (“sagrada fome de ouro”) – cujas fontes se destacam nos santuários dessas “nossas senhoras”.

Texto coligido. A Virgem Maria – autor Dr. Aníbal Pereira dos Reis (ex-padre) pg. 57 e 58- Edições Cristãs