terça-feira, 27 de setembro de 2011

Santificação

Julgai todas as coisas e retende o que é bom... (ITs 5.21)

“O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo (ITs 5.23)”.
O apóstolo Paulo nos propõe quatro fases na santificação: 1) pré-conversão; 2) santificação posicional; 3) progressiva; 4) perfeita.
1) Mesmo antes de ser salva, a pessoa é posta numa posição privilegiada. Assim, um Co 7.14 diz que o marido e/ou esposa descrente é santificada pelo outro. Esta é a santificação pré-conversão.
2) Quando aceita Jesus, acontece o novo nascimento na união com Cristo. A pessoa é colocada à parte do mundo para Deus. (At 26.18; 1 Co 1,2 – 6,11; 2 Ts 2,13; Hb 10.10,14).
3) Depois da conversão o crente em Jesus Cristo deve buscar a cada dia ser mais parecido com seu Senhor. Este processo o Espírito Santo provoca em nós quando somos obedientes à Palavra de Deus (Jo 17,17; 2 Co 3,18). Este é um processo que perdura por toda a vida. Não alcançamos a perfeição aqui na terra, mas este é nosso alvo.
4) Santificação perfeita é o estado do crente no céu. Quando estivermos com o Senhor seremos moralmente iguais a Ele (1 Jo 3.13).
O homem vê corpo, alma e espírito. Deus nos vê espírito, alma e corpo. Na primeira criação o espírito era de suma importância, o corpo ficava em último lugar. Foi o pecado que inverteu as coisas. O homem vive para o corpo e negligencia o espírito.
O espírito é a parte que nos capacita a ter comunhão com Deus. A alma é o centro das emoções, dos desejos, das afeições e tendências (Jo 12.27). O corpo é a casa onde habitamos (2 Co 5.1).
O espírito deve ser protegido de tudo que possa maculá-lo (2 Co 7.1); de tudo que venha a impedir o relacionamento com Deus (Rm 8.16); de tudo que interfira na adoração que Deus procura (Jo 4.23 e Fp 3.3).
A alma deve ser protegida contra os pensamentos impuros, apetites carnais e contra contendas e disputas.
O corpo deve ser protegido das impurezas e imundícias (1 Ts 4.3,8 e Rm 6.19).
Há aqueles que dizem que os descrentes não têm espírito, talvez pelo fato da Bíblia usar o termo “mortos espiritualmente”. Isto quer dizer que não há comunhão com Cristo. Seus espíritos, porém vivem para o ocultismo, fábulas e mentiras, embora mortos com relação a Deus.  

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Quer saber o que a Bíblia fala sobre "pena de morte"?

A lei do Antigo Testamento ordenava a pena de morte para vários atos: assassinato (Êxodo 21:12), seqüestro (Êxodo 21:16), deitar-se com animais (Êxodo 22:19), adultério (Levítico 20:10), homossexualismo (Levítico 20:13), ser um falso profeta (Deuteronômio 13:5), prostituição e estupro (Deuteronômio 22:4), e diversos outros crimes. No entanto, Deus freqüentemente demonstrava misericórdia quando a pena de morte era dada. Davi cometeu adultério e homicídio, e mesmo assim Deus não exigiu que sua vida fosse tirada (2 Samuel 11:1-5, 14-17; 2 Samuel 12:13). No fim das contas, todo e qualquer pecado que nós cometemos deveria resultar na pena de morte (Romanos 6:23). Felizmente, Deus demonstra o Seu amor por nós não nos condenando (Romanos 5:8).

Quando os fariseus trouxeram a Jesus uma mulher que havia sido pega em adultério e perguntaram a Ele se ela deveria ser apedrejada, Jesus respondeu: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire a pedra” (João 8:7). Isto não deve ser usado para indicar que Jesus rejeitava a pena de morte em qualquer situação. Jesus estava simplesmente expondo a hipocrisia dos fariseus. Os fariseus queriam fazer com que Jesus violasse a lei do Antigo Testamento... eles realmente não se importavam com o fato de a mulher ser apedrejada (onde estava o homem pego em adultério?). Foi Deus quem instituiu a pena de morte: “Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o homem segundo a Sua imagem” (Gênesis 9:6). Jesus concordaria com a pena de morte em alguns casos. Jesus também demonstrou graça quando a pena de morte foi imputada a alguém (João 8:1-11). O apóstolo Paulo definitivamente reconheceu o poder do governo para instituir a pena de morte onde fosse apropriado (Romanos 13:1-5).

Então, basicamente, estamos de volta ao lugar onde começamos. Sim, Deus permite a pena de morte. Mas ao mesmo tempo, Deus nem sempre exige a pena de morte quando ela é aplicável. Qual deveria ser a visão de um cristão acerca da pena de morte, então? Primeiro, devemos nos lembrar de que Deus instituiu a pena de morte na Sua Palavra; portanto, seria presunçoso da nossa parte pensar que nós podemos instituir um padrão mais alto que o Dele ou que nós podemos ser mais bondosos do que Ele. Deus tem um padrão mais alto do que o de qualquer outro ser, visto que Ele é perfeito. Este padrão se aplica não apenas a nós, mas para Ele mesmo. Portanto, Ele ama em um grau infinito, e Ele tem misericórdia em um grau infinito. Nós também vemos que Ele tem ira em um grau infinito, e tudo isto se mantém em perfeito equilíbrio.

Segundo, nós devemos reconhecer que Deus deu ao governo a autoridade de determinar quando a pena de morte deve ser dada (Gênesis 9:6; Romanos 13:1-7). Não é bíblico afirmar que Deus se opõe à pena de morte em qualquer situação. Os cristãos jamais devem comemorar quando a pena de morte é empregada, mas, ao mesmo tempo, os cristãos não devem lutar contra o direito do governo de executar os autores dos crimes mais hediondos.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Deus fez com o homem oito alianças.

1) Deu ao homem responsabilidade da multiplicação, povoar a terra e sujeita-la. Recebeu autoridade sobre toda vida animal. Seu trabalho era cultivar o jardim do Éden, comer de seus frutos, exceto o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Aliança Edênica (Gn 1.25,30; 2.16,17);
2) Depois da queda do homem, Deus amaldiçoou a serpente, colocou inimizade entre ela e a mulher e entre satanás e Cristo. A mulher teria dores no parto e estaria sujeita ao marido. A terra foi amaldiçoada e o homem teria que cultivá-la. Ao final da vida o homem retornaria ao pó, donde veio. Aliança adâmica (Gn 3.14,19);
3) Deus prometeu a Noé nunca mais amaldiçoar a terra ou destruí-la, como sinal Deus criou o arco-íris. Esta aliança também incluía a criação de um governo humano com poder para aplicar a pena de morte. Deus estabeleceu a estações do ano, ordenou o repovoamento da terra. A partir de então, a carne passa a ser alimento. Deus amaldiçoou o filho de Cam, Canaã, e o condenou a ser servo de Sem e Jafé. Deus favoreceu Sem, colocando-o na linhagem do Messias. Aliança noética (Gn 8.20; 9.27);
(4) Deus manisfesta-se por meio de um “fogareiro fumegante e uma tocha de fogo”. Esse fato é extremamente significativo já que o costume da época indicava que numa aliança as partes deveriam demonstrar seu compromisso com as condições daquela aliança. Deus, porém, não estipulou nenhuma condição para Abraão. Deus faria independentemente de quão piedosos sejam os descendentes de Abraão. Promessas de Deus para Abraão: uma grande nação (Israel); bênçãos pessoais para Abraão; um nome de destaque; fonte de bênçãos; promessas para os amigos e maldição para inimigos; bênçãos para as nações (cumprida por meio de Cristo (Gn 12.3); posse eterna da terra conhecida como Canaã; inúmeros descendentes (naturais e espirituais); pai de números reis e nações, por meio de Isaque e Jacó e um relacionamento especial com Deus. Aliança abraâmica (Gn 12.1,3; 13.14,17; 15.11,8; 17.1,8).
5) Dez mandamentos, regulamentações sobre a vida comunitária em Israel; decretos sobre a vida religiosa. Esta aliança é para Israel e não para os gentios, chamada “lei enferma pela carne Rm 8.3ª.” Nove dos dez mandamentos são citados no NT, exceção ao sábado. Aliança mosaica (Ex 19.5; 20.1,31; 18).
6) Deus prometeu a Davi o reinado eterno e a descendência de um trono real. Não havia dependência ou retidão de Davi nesta aliança. Cristo é o herdeiro legítimo ao trono de Davi por meio de Salomão, conforme registro na genealogia de José (Mt 1). Cristo é descendente de Davi por meio de Natã, genealogia de Maria (Lc 3). Seu reinado de mil anos na terra será incorporado ao seu reino eterno. Aliança davídica (2Sm 7. 5,19).
7) Com Salomão a aliança era incondicional em relação ao reino eterno de Deus, mas condicional no que diz respeito aos descendentes de Salomão ocuparem o trono (1Rs 8.4,5; 2Cr 7.17,18). Cristo não pertence a linhagem de Salomão, caso contrário sofreria a maldição imposta a Conias(Jr22.30). Aliança salomônica (2Sm 7.12,15; 1Rs 8.4,5; 2Cr 7.11,22).
8) Nova Aliança (Jr 31.31,34; Hb 8.7,12; Lc 22.20).

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Espírito de Coragem

"Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio. Portanto, não se envergonhe de testemunhar do Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro dele, mas suporte comigo os sofrimentos pelo evangelho, segundo o poder de Deus."
2 Timóteo 1.7-8

Timóteo era muito jovem quando foi chamado para o ministério. Paulo o ajudava e o encorajava sempre, dando conselhos e orientações que seriam muito importantes em sua jornada cristã. Paulo fala que o espírito que ele havia recebido não era de medo, de covardia; era de poder, para que Timóteo pudesse testemunhar do Senhor e dos sofrimentos de Paulo com coragem e ousadia. E tudo o que viria como consequência (os sofrimentos pelo evangelho) deveriam ser suportados também pelo poder vindo de Deus. Devemos orar para que nossos irmãos que sofrem perseguição tenham esse espírito de poder, para serem firmes testemunhas do evangelho.

Estamos dormindo em "chão de estrelas"

Até parece uma piadinha, destas da hora do café, quando as pessoas se encontram prá conversar e colocar o papo em dia, mas não é, é sério gente morre por descaso e somos enganados dioturnamente, e ainda rimos, de que, não!?
O "Ipem" anuncia que 20% dos rolos de papel higiênico são menores no cumprimento em relação ao anunciado. O azeite português que consumimos vem da Venezuela. Prá ser internada uma pessoa peregrinou por 07 horas e rodou 88km.
Com tudo isso o assunto mais importante é Rock in Rio, Copa de 2014 e outras futilidades.
A idolatria cega.
Dorme povo em "chão de estrelas."
Salmo 127.1

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Deus criou o mal?

À primeira vista pode parecer que, se Deus criou todas as coisas, então deve também ter criado o mal. Entretanto, há aqui um pressuposto que deve ser esclarecido. O mal não é uma “coisa”, como uma pedra ou a eletricidade. Você não pode ter um pote de mal! Mas o mal é algo que acontece, como o ato de correr. O mal não tem uma existência própria, mas na verdade, é a ausência do bem. Por exemplo, os buracos são reais, mas somente existem em outra coisa. À ausência de terra, damos o nome de buraco, mas o buraco não pode ser separado da terra. Quando Deus criou todas as coisas, é verdade que tudo o que existia era bom. Uma das boas coisas criadas por Deus foram criaturas que tinham a liberdade em escolher o bem. Para que tivessem uma real escolha, Deus deveria permitir a existência de algo além do bem para escolher. Então Deus permitiu que esses anjos livres e humanos escolhessem o bem ou o não-bem (mal). Quando um mau relacionamento existe entre duas coisas boas, a isso chamamos de mal, mas não se torna uma “coisa” que exige ter sido criada por Deus.

Examine o exemplo de Jó em Jó capítulos 1 e 2. Satanás quis destruir Jó, e Deus permitiu que Satanás fizesse tudo, exceto matá-lo. Deus permitiu que isto acontecesse para provar a Satanás que Jó era reto porque amava a Deus, e não porque Deus o tinha tão ricamente abençoado. Deus é soberano, e no controle máximo de tudo o que acontece. Satanás nada pode fazer a não ser que tenha a “permissão” de Deus. Deus não criou o mal, mas Ele permite o mal. Se Deus não houvesse permitido a possibilidade do mal, tanto a espécie humana quanto os anjos estariam servindo a Deus por obrigação, não por escolha. Ele não quis “robôs” que simplesmente fizessem o que Ele gostaria que fizessem por causa de sua “programação”.

A resposta que a Bíblia nos dá é: Deus tem um propósito perfeitamente bom para a existência do mal. Vejamos a seguir. A Bíblia não só ensina que Deus sabe de todas as coisas, mas que Ele determinou, com precisão, o Seu plano para toda a história do universo. Deus detalhadamente determinou a existência e história para cada criatura desde antes da criação. Ele escreveu a história do mundo para a Sua glória, de sorte que tudo ocorre de acordo com o Seu perfeito plano e nada acontece sem ser previamente decretado por Deus. Em Is 46:9-10, Deus apresenta como evidência de Sua divindade o fato de que Ele tem determinado e declarado o fim desde o início. Ele diz: “...Eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim... o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade” (Is 46:10).

Não existe um átomo sequer em todo o universo que não esteja a cada momento sendo sustentado e guiado por Deus. Em Cl 1:16-17, Paulo diz: “...Tudo foi criado por meio dele e para Ele... Nele, tudo subsiste.” Hb 1:3 explicitamente diz que Ele “sustenta todas as coisas pela palavra do Seu poder.” Vimos então que Deus tem planejado e determinado o percurso de toda a criação (incluindo Satanás e todas as suas ações, como sua queda e as tentações que ele apresenta a nós, seres humanos). O mal que existe hoje não ocorre por acidente, mas porque Deus tem determinado em Seu perfeito plano que deveria ser assim. Isto pode ser surpreendente ou até vergonhoso para muitos, mas para Deus, não. Ele diz: “Eu formo a luz e crio as trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o SENHOR, faço todas estas cousas (Is 45:7). É notável que neste versículo Ele até usa o verbo mais forte (bara no Hebraico é a mesma palavra usada em Gn 1:1) para referir-se ao Seu envolvimento intencional com o mal. De fato, Ele até apresenta isto como evidência de Sua divindade, em contraste com os ídolos que são incapazes de fazer bem ou mal (Is 41:23). O inspirado profeta Jeremias apresenta a pergunta retórica: “Quem é aquele que diz, e assim acontece, quando o Senhor o não mande? Acaso, não procede do Altíssimo tanto o mal como o bem?” (Lm 3:37-38). É claro que a resposta esperada é que nada de bom ou mau ocorre sem que proceda de Deus. Semelhantemente, o profeta Amós pergunta: “Sucederá algum mal à cidade, sem que o SENHOR o tenha feito?” (Am 3:6).

Basicamente, não há uma resposta a estas perguntas que possamos compreender totalmente. Como seres humanos limitados, jamais podemos compreender inteiramente um Deus infinito (Rm 11:33-34). Às vezes pensamos que compreendemos por que Deus faz determinada coisa, e mais tarde descobrimos que era para um propósito diferente daquele que havíamos pensado. Deus vê as coisas sob uma perspectiva eterna. Nós vemos as coisas sob uma perspectiva terrena. Infelizmente, por natureza, preferimos a nossa própria concepção de Deus àquela do Deus verdadeiro.

Concluindo, a Bíblia ensina claramente que tudo que Deus criou era “muito bom” (Gn 1:31). Semelhantemente, a Bíblia termina descrevendo em Ap 21 e 22 um período futuro quando tudo voltará a ser muito bom. Ap 21:4 diz: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras cousas passaram.” Isto significa que quase toda a Bíblia, de Gn 3 a Ap 20, trata do tempo quando o mal existe. Este é o tempo em que nós vivemos. Entretanto, é confortador, mesmo quando entendemos pouco do propósito de Deus para o mal, saber que tudo começou “muito bom” e há de terminar assim também!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Princípios Bíblicos Sobre Finanças

Falar sobre finanças parece ser algo muito pouco espiritual. Acontece, entretanto, que, na prática, não podemos ignorar o fato de que lidamos com esse assunto todos os dias.
Existem 1.565 versículos que falam em dinheiro. Curiosamente, dos 107 versículos do sermão do monte 28 se referem a dinheiro. Além disso, Jesus se referiu ao dinheiro (ou riqueza) em 13 parábolas. Isso mostra como a Bíblia trata desse assunto com expressividade.
O Senhorio de Deus é sobre absolutamente todas as coisas, inclusive sobre as riquezas e os recursos. Ele tem todo o poder e autoridade sobre tudo e todos. O profeta Ageu escreveu que o Senhor dos Exércitos disse:
"minha é a prata e meu é o ouro" (Ag2.8). Desde os tempos de Moisés havia a compreensão que "é Ele que te dá força para adquirires riquezas..." (Dt 8.18)
Vamos apontar alguns princípios bíblicos sobre finanças e citar referências selecionadas para fundamentar esses princípios. Comentários adicionais se fazem desnecessários. Abra seu coração e deixe o Espírito de Deus revelar em sua vida a aplicação de cada princípio desses para não cair na insensatez.
Em relação a você mesmo
1. Viva do seu trabalho Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade.” (Ef 4:28)
“Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem.” (Sl 128:2)
“10 Porque também já assim o fazeis para com todos os irmãos que estão por toda a Macedônia. Exortamo-vos, porém, a que ainda nisto aumenteis cada vez mais. 11 E procureis viver quietos, e tratar dos vossos próprios negócios, e trabalhar com vossas próprias mãos, como já vo-lo temos mandado; 12 Para que andeis honestamente para com os que estão de fora, e não necessiteis de coisa alguma.” (1Ts 4:10-12)
2. Não viva à custa dos outros “7 Porque vós mesmos sabeis como convém imitar-nos, pois que não nos houvemos desordenadamente entre vós, 8 Nem de graça comemos o pão de homem algum, mas com trabalho e fadiga, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós.” (2Ts 3:7-8)
“Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto, que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também.” (2Ts 3:10)
“A esses tais, porém, mandamos, e exortamos por nosso Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando com sossego, comam o seu próprio pão.” (2Ts 3:12)
3. Planeje seus gastos - planejar vem antes de gastar!
“Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?” (Lc 14:28)
4. Invista no que é necessário
Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? Ouvi-me atentamente, e comei o que é bom, e a vossa alma se deleite com a gordura.” (Is 55:2)
5. Contente-se com o que tem
“6 ¶ Mas é grande ganho a piedade com contentamento.
 7 Porque nada trouxemos ara este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele . 8 Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.” (1Tm 6:6-8)
6. Não tenha apego ao dinheiro
“9 Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. 10 Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.” (1Tm 6:9-10)
7. Não seja servo do dinheiro
Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.” (Mt 6:24)
Em relação à família
8. Cuide de sua família “Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel.” (1Tm 5:8)
9. Guarde para seus filhos “Eis aqui estou pronto para pela terceira vez ir ter convosco, e não vos serei pesado, pois que não busco o que é vosso, mas sim a vós: porque não devem os filhos entesourar para os pais, mas os pais para os filhos.” (2Co 12:14)
Em relação a Deus
10. Reconheça que tudo vem dele
“Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos oferecer voluntariamente coisas semelhantes? Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos.” (1Cr 29:14)
11. Honre-o com seus bens “9 Honra ao SENHOR com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos; 10 E se encherão os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.” (Pv 3:9-10)
12. Mantenha uma posição de fé e confiança “25 ¶ Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário? 26 Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? 27 E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura? 28 E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; 29 E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. 30 Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito m ais a vós, homens de pouca fé? 31 Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? 32 (Porque todas estas coisas os gentios procuram). De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; 33 Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. 34 Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.” (Mt 6:25-34)

Em relação aos outros
13. Nunca fique devendo nada a ninguém “7 ¶ Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra. 8 A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei.” (Rm 13:7-8)
“O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta.” (Pv 22:7)
14. Seja fiel com compromissos assumidos “1 ¶ QUE os homens nos considerem como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios de Deus. 2 Além disso, requer-se dos despenseiros que cada um se ache fiel.” (1Co 4:1-2)
15. Pague os impostos e tributos devidamente “6 Por esta razão também pagais tributos, porque são ministros de Deus, atendendo sempre a isto mesmo. 7 ¶ Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.” (Rm 13:6-7)
16. Seja fiel com a propriedade do outro - “E, se no alheio não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?” (Lc 16:12)
17. Muito cuidado ao ser fiador de alguém
“Decerto sofrerá severamente aquele que fica por fiador do estranho, mas o que evita a fiança estará seguro.” (Pv 11:15)
18. Seja generoso em dar e repartir “Que façam bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente, e sejam comunicáveis;” (1Tm 6:18)


Rodolfo Garcia Montosa